<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"><channel><title><![CDATA[Interruptor]]></title><description><![CDATA[Olhamos para o mundo pelas lentes da cultura, tentando que nunca fiquem embaciadas.]]></description><link>https://interruptor.pt</link><image><url>https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg</url><title>Interruptor</title><link>https://interruptor.pt</link></image><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Fri, 11 Oct 2024 08:36:36 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://www.interruptor.pt/api/podcasts/rss/interruptor" rel="self" type="application/rss+xml"/><pubDate>Fri, 11 Oct 2024 08:36:35 GMT</pubDate><copyright><![CDATA[CC BY-NC-SA]]></copyright><language><![CDATA[pt-pt]]></language><managingEditor><![CDATA[geral@interruptor.pt (Interruptor)]]></managingEditor><webMaster><![CDATA[geral@interruptor.pt (Interruptor)]]></webMaster><ttl>60</ttl><category><![CDATA[Society & Culture]]></category><category><![CDATA[Technology]]></category><category><![CDATA[Arts]]></category><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:email>geral@interruptor.pt</googleplay:email><googleplay:description>Olhamos para o mundo pelas lentes da cultura, tentando que nunca fiquem embaciadas.</googleplay:description><googleplay:explicit>No</googleplay:explicit><googleplay:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg"/><googleplay:category text="Society &amp; Culture"/><googleplay:category text="Technology"/><googleplay:category text="Arts"/><itunes:subtitle>Liga-te</itunes:subtitle><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:summary>Olhamos para o mundo pelas lentes da cultura, tentando que nunca fiquem embaciadas.</itunes:summary><itunes:owner><itunes:name>Interruptor</itunes:name><itunes:email>geral@interruptor.pt</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg"/><itunes:category text="Society &amp; Culture"/><itunes:category text="Technology"/><itunes:category text="Arts"/><item><title><![CDATA[Colonialismo à portuguesa: A experiência (parte 2) - Série Memória Coletiva]]></title><description><![CDATA[Quando o racismo é normalizado, qual o impacto na vida de milhares de africanos e afrodescendentes? Neste episódio, analisamos a experiência atual do pós-colonialismo em Portugal. Falamos das mortes de Alcindo Monteiro e de Bruno Candé, e da ineficácia de um sistema que castiga mais do que protege. E visitamos um dos casos de maior vergonha para o jornalismo nacional: o pseudo-arrastão de 2005. Ouvimos Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite), Vítor Sanches (fundador do projeto e loja cultural Dentu Zona), Paula Cardoso (fundadora da plataforma Afrolink) e Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais). Esta é a segunda de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português (ouve aqui a primeira).  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Voz adicional de Tiago Crispim. Leituras e referências adicionais Funcionários da Verdade, Diana Andringa (Tinta da China, 2014), ISBN: 9789896712273 Era uma vez um arrastão, documentário de Diana Andringa, Jorge Costa, Pedro Rodrigues, Mamadou Ba, Joana Lucas, Bruno Moraes Cabral A vítima perfeita - Fábio Monteiro para o Observador (junho de 2014) Contra o esquecimento, os factos – Rui Tavares no jornal Público (junho de 2018) De Alcindo Monteiro a Bruno Candé. Crimes contra as "vidas negras" em Portugal - Marta Grosso e Ricardo Vieira para a Rádio Renascença (julho de 2020) O "sufoco" do racismo em Portugal - João Carlos para a Deutsche Welle (junho de 2020) Mamadou Ba: “Nos últimos 15 anos, mais de dez jovens negros morreram nas mãos da polícia.” - Fumaça (março de 2018) 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) Créditos Roger Plexico - Guliver's Travel Park,  Thames Town, Aniva Rock Lighthouse e Chateau de Noisy (CC BY-NC-SA) Vasco Completo - Trauma (CC BY-NC-SA) Excertos dos noticiários da noite do dia 10 de junho de 2005, arquivos SIC e TVI ]]></description><link>https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-a-experiencia-parte-2-serie-memoria-coletiva/014_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20II.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-a-experiencia-parte-2-serie-memoria-coletiva/014_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20II.mp3</guid><pubDate>Wed, 16 Jun 2021 07:44:04 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-a-experiencia-parte-2-serie-memoria-coletiva/014_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20II.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Quando o racismo é normalizado, qual o impacto na vida de milhares de africanos e afrodescendentes? Neste episódio, analisamos a experiência atual do pós-colonialismo em Portugal. Falamos das mortes de Alcindo Monteiro e de Bruno Candé, e da ineficácia de um sistema que castiga mais do que protege. E visitamos um dos casos de maior vergonha para o jornalismo nacional: o pseudo-arrastão de 2005.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouvimos Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite), Vítor Sanches (fundador do projeto e &lt;a href=&quot;https://www.bazofo.com/pt/sobre-bazofo-dentu-zona/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;loja cultural Dentu Zona&lt;/a&gt;), Paula Cardoso (fundadora da plataforma &lt;a href=&quot;https://afrolink.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Afrolink&lt;/a&gt;) e Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é a segunda de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português (ouve &lt;a href=&quot;https://www.interruptor.pt/podcasts/interruptor/colonialismo-a-portuguesa-1-serie-memoria-coletiva&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; a primeira).  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Voz adicional de Tiago Crispim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leituras e referências adicionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;Funcionários da Verdade&lt;/em&gt;, Diana Andringa (Tinta da China, 2014), ISBN: 9789896712273&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=_h5OjSY_sqk&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Era uma vez um arrastão&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, documentário de Diana Andringa, Jorge Costa, Pedro Rodrigues, Mamadou Ba, Joana Lucas, Bruno Moraes Cabral&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://observador.pt/especiais/alcindo-monteiro/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;A vítima perfeita&lt;/a&gt; - Fábio Monteiro para o Observador (junho de 2014)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://arquivo.pt/wayback/20180629183456/https://www.publico.pt/2018/06/13/opiniao/opiniao/contra-o-esquecimento-os-factos-1834193&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Contra o esquecimento, os factos&lt;/a&gt; – Rui Tavares no jornal Público (junho de 2018)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://rr.sapo.pt/2020/07/27/pais/de-alcindo-monteiro-a-bruno-cande-crimes-contra-as-vidas-negras-em-portugal/noticia/201555/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;De Alcindo Monteiro a Bruno Candé. 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Neste episódio, analisamos a experiência atual do pós-colonialismo em Portugal. Falamos das mortes de Alcindo Monteiro e de Bruno Candé, e da ineficácia de um sistema que castiga mais do que protege. E visitamos um dos casos de maior vergonha para o jornalismo nacional: o pseudo-arrastão de 2005. Ouvimos Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite), Vítor Sanches (fundador do projeto e loja cultural Dentu Zona), Paula Cardoso (fundadora da plataforma Afrolink) e Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais). Esta é a segunda de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português (ouve aqui a primeira).  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Voz adicional de Tiago Crispim. Leituras e referências adicionais Funcionários da Verdade, Diana Andringa (Tinta da China, 2014), ISBN: 9789896712273 Era uma vez um arrastão, documentário de Diana Andringa, Jorge Costa, Pedro Rodrigues, Mamadou Ba, Joana Lucas, Bruno Moraes Cabral A vítima perfeita - Fábio Monteiro para o Observador (junho de 2014) Contra o esquecimento, os factos – Rui Tavares no jornal Público (junho de 2018) De Alcindo Monteiro a Bruno Candé. Crimes contra as &quot;vidas negras&quot; em Portugal - Marta Grosso e Ricardo Vieira para a Rádio Renascença (julho de 2020) O &quot;sufoco&quot; do racismo em Portugal - João Carlos para a Deutsche Welle (junho de 2020) Mamadou Ba: “Nos últimos 15 anos, mais de dez jovens negros morreram nas mãos da polícia.” - Fumaça (março de 2018) 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) Créditos Roger Plexico - Guliver&apos;s Travel Park,  Thames Town, Aniva Rock Lighthouse e Chateau de Noisy (CC BY-NC-SA) Vasco Completo - Trauma (CC BY-NC-SA) Excertos dos noticiários da noite do dia 10 de junho de 2005, arquivos SIC e TVI </googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Quando o racismo é normalizado, qual o impacto na vida de milhares de africanos e afrodescendentes? 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Leituras e referências adicionais Funcionários da Verdade, Diana Andringa (Tinta da China, 2014), ISBN: 9789896712273 Era uma vez um arrastão, documentário de Diana Andringa, Jorge Costa, Pedro Rodrigues, Mamadou Ba, Joana Lucas, Bruno Moraes Cabral A vítima perfeita - Fábio Monteiro para o Observador (junho de 2014) Contra o esquecimento, os factos – Rui Tavares no jornal Público (junho de 2018) De Alcindo Monteiro a Bruno Candé. Crimes contra as &quot;vidas negras&quot; em Portugal - Marta Grosso e Ricardo Vieira para a Rádio Renascença (julho de 2020) O &quot;sufoco&quot; do racismo em Portugal - João Carlos para a Deutsche Welle (junho de 2020) Mamadou Ba: “Nos últimos 15 anos, mais de dez jovens negros morreram nas mãos da polícia.” - Fumaça (março de 2018) 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) Créditos Roger Plexico - Guliver&apos;s Travel Park,  Thames Town, Aniva Rock Lighthouse e Chateau de Noisy (CC BY-NC-SA) Vasco Completo - Trauma (CC BY-NC-SA) Excertos dos noticiários da noite do dia 10 de junho de 2005, arquivos SIC e TVI </itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/e9a159ee-0ae3-42f5-ba7c-6870e12691e1_colonialismo_a_portuguesa_parte2_2000px.png?auto=compress,format&amp;rect=0,0,2000,2000&amp;w=2000&amp;h=2000"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Colonialismo à portuguesa: A memória (parte 1) - Série Memória Coletiva]]></title><description><![CDATA[O colonialismo português não foi mais brando que os outros colonialismos europeus. Neste episódio, fazemos uma contextualização histórica desse período, com ênfase no tráfico humano perpetrado ao longo de séculos com o apoio do Estado português, e falamos das materializações desse legado  profundamente racista na nossa sociedade.  Ouvimos Paula Cardoso (fundadora da plataforma Afrolink), Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais), Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite) e de Vítor Sanches (fundador do projeto e loja cultural Dentu Zona). Esta é a primeira de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português.  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Leituras adicionais 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) A liberdade plena é irreversível - Airton Cesar Monteiro para o Comunidade, Cultura e Arte (abril 2021) How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’ - Ana Naomi de Sousa para a Al Jazeera (março 2021) A última escrava portuguesa morreu em Lisboa nos anos 1930 - Dina Soares para a Rádio Renascença (março 2017) Do apartheid envergonhado à "Preta Fernanda": o rasto de África nas ruas de Lisboa - Margarida David Cardoso para o jornal Público (março 2017) Créditos Vasco Completo - Forever, Trauma e Wormhole (CC BY-NC-SA) Monster Jinx Type Beat - Anti-Fascism Fraternity (CC BY-NC-SA)]]></description><link>https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-1-serie-memoria-coletiva/013_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20I.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-1-serie-memoria-coletiva/013_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20I.mp3</guid><pubDate>Wed, 02 Jun 2021 07:55:14 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/colonialismo-a-portuguesa-1-serie-memoria-coletiva/013_Mem%C3%B3ria%20Coletiva%20-%20Colononialismo%20%C3%A0%20portuguesa%20I.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;O colonialismo português não foi mais brando que os outros colonialismos europeus. Neste episódio, fazemos uma contextualização histórica desse período, com ênfase no tráfico humano perpetrado ao longo de séculos com o apoio do Estado português, e falamos das materializações desse legado  profundamente racista na nossa sociedade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouvimos Paula Cardoso (fundadora da plataforma &lt;a href=&quot;https://afrolink.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Afrolink&lt;/a&gt;), Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais), Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite) e de Vítor Sanches (fundador do projeto e &lt;a href=&quot;https://www.bazofo.com/pt/sobre-bazofo-dentu-zona/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;loja cultural Dentu Zona&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é a primeira de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português.  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leituras adicionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://interruptor.pt/artigos/graficos-para-compreender-o-colonialismo-portugues&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;3 Gráficos para compreender o colonialismo português&lt;/a&gt; - Interruptor (maio 2021)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://interruptor.pt/artigos/um-ecra-em-mil-tons-de-branco&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Um ecrã em mil tons de branco&lt;/a&gt; - Interruptor (abril 2021)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.comunidadeculturaearte.com/a-liberdade-plena-e-irreversivel/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;A liberdade plena é irreversível&lt;/a&gt; - Airton Cesar Monteiro para o Comunidade, Cultura e Arte (abril 2021)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.aljazeera.com/features/2021/3/10/how-portugal-silenced-centuries-of-violence-and-trauma&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’&lt;/a&gt; - Ana Naomi de Sousa para a Al Jazeera (março 2021)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://rr.sapo.pt/2017/03/25/pais/a-ultima-escrava-portuguesa-morreu-em-lisboa-nos-anos-1930/noticia/79112/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;A última escrava portuguesa morreu em Lisboa nos anos 1930&lt;/a&gt; - Dina Soares para a Rádio Renascença (março 2017)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/2017/03/25/local/noticia/andar-atras-das-memorias-africanas-para-conhecer-lisboa-1766414&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Do apartheid envergonhado à &amp;quot;Preta Fernanda&amp;quot;: o rasto de África nas ruas de Lisboa&lt;/a&gt; - Margarida David Cardoso para o jornal Público (março 2017)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vasco Completo - &lt;a href=&quot;https://1stcaco.bandcamp.com/track/forever&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Forever&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://1stcaco.bandcamp.com/track/trauma&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Trauma&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://1stcaco.bandcamp.com/track/wormhole&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Wormhole&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-NC-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Monster Jinx Type Beat - &lt;a href=&quot;https://music.monsterjinx.com/album/monster-jinx-type-beat&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Anti-Fascism Fraternity&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-NC-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>O colonialismo português não foi mais brando que os outros colonialismos europeus. Neste episódio, fazemos uma contextualização histórica desse período, com ênfase no tráfico humano perpetrado ao longo de séculos com o apoio do Estado português, e falamos das materializações desse legado  profundamente racista na nossa sociedade.  Ouvimos Paula Cardoso (fundadora da plataforma Afrolink), Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais), Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite) e de Vítor Sanches (fundador do projeto e loja cultural Dentu Zona). Esta é a primeira de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português.  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Leituras adicionais 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) A liberdade plena é irreversível - Airton Cesar Monteiro para o Comunidade, Cultura e Arte (abril 2021) How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’ - Ana Naomi de Sousa para a Al Jazeera (março 2021) A última escrava portuguesa morreu em Lisboa nos anos 1930 - Dina Soares para a Rádio Renascença (março 2017) Do apartheid envergonhado à &quot;Preta Fernanda&quot;: o rasto de África nas ruas de Lisboa - Margarida David Cardoso para o jornal Público (março 2017) Créditos Vasco Completo - Forever, Trauma e Wormhole (CC BY-NC-SA) Monster Jinx Type Beat - Anti-Fascism Fraternity (CC BY-NC-SA)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio, fazemos uma contextualização histórica do colonialismo em Portugal e falamos das materializações desse legado na nossa sociedade.</itunes:subtitle><itunes:summary>O colonialismo português não foi mais brando que os outros colonialismos europeus. Neste episódio, fazemos uma contextualização histórica desse período, com ênfase no tráfico humano perpetrado ao longo de séculos com o apoio do Estado português, e falamos das materializações desse legado  profundamente racista na nossa sociedade.  Ouvimos Paula Cardoso (fundadora da plataforma Afrolink), Helena Vicente (investigadora do Instituto de Ciências Sociais), Carlos Pereira (humorista e repórter do 5 Para a Meia-Noite) e de Vítor Sanches (fundador do projeto e loja cultural Dentu Zona). Esta é a primeira de duas partes da série Memória Coletiva focadas no colonialismo português.  Contou com a edição e produção de Ricardo Correia; argumento, realização e voz de Rute Correia. Leituras adicionais 3 Gráficos para compreender o colonialismo português - Interruptor (maio 2021) Um ecrã em mil tons de branco - Interruptor (abril 2021) A liberdade plena é irreversível - Airton Cesar Monteiro para o Comunidade, Cultura e Arte (abril 2021) How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’ - Ana Naomi de Sousa para a Al Jazeera (março 2021) A última escrava portuguesa morreu em Lisboa nos anos 1930 - Dina Soares para a Rádio Renascença (março 2017) Do apartheid envergonhado à &quot;Preta Fernanda&quot;: o rasto de África nas ruas de Lisboa - Margarida David Cardoso para o jornal Público (março 2017) Créditos Vasco Completo - Forever, Trauma e Wormhole (CC BY-NC-SA) Monster Jinx Type Beat - Anti-Fascism Fraternity (CC BY-NC-SA)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/6a65cbae-451e-4b52-8c83-c0959967aef2_colonialismo+%C3%A0+portuguesa+-+Parte+1+a+mem%C3%B3ria-2000.png?auto=compress,format&amp;rect=0,0,2000,2000&amp;w=2000&amp;h=2000"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Capítulo 4: A BD em Portugal – Edição, festivais e muito amor à camisola - Série Tiras]]></title><description><![CDATA[Neste episódio final da série Tiras, os nossos convidados desenham o retrato da BD em Portugal atualmente: do panorama editorial aos festivais, passando pela condição de autor. Ouvimos: Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite e dinamizador inicial do projeto ACBD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora premiada de BD  Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho

Créditos:
Airtone - "reCreation", "nightingaleRemixed" e "reNovation" (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/tiras-episodio-4-instagram/012_Capitulo%204%20-%20A%20BD%20em%20Portugal-%20Edi%C3%A7%C3%A3o%2C%20festivais%20e%20amor%20%C3%A0%20camisola.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/tiras-episodio-4-instagram/012_Capitulo%204%20-%20A%20BD%20em%20Portugal-%20Edi%C3%A7%C3%A3o%2C%20festivais%20e%20amor%20%C3%A0%20camisola.mp3</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2021 15:38:13 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/tiras-episodio-4-instagram/012_Capitulo%204%20-%20A%20BD%20em%20Portugal-%20Edi%C3%A7%C3%A3o%2C%20festivais%20e%20amor%20%C3%A0%20camisola.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Neste episódio final da série Tiras, os nossos convidados desenham o retrato da BD em Portugal atualmente: do panorama editorial aos festivais, passando pela condição de autor. Ouvimos:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Marcos Farrajota: dirigente da &lt;a href=&quot;https://www.chilicomcarne.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Associação Chili com Carne&lt;/a&gt; e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada &lt;a href=&quot;https://kbportugal.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Kingpin Books&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ricardo Baptista: autor do &lt;a href=&quot;https://planetasatelite.blogspot.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Planeta Satélite&lt;/a&gt; e dinamizador inicial do projeto &lt;a href=&quot;https://twitter.com/projectoacbd&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;ACBD&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Joana Afonso: desenhista, ilustradora e &lt;a href=&quot;https://linktr.ee/joanaafonso&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;autora premiada de BD&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente &lt;a href=&quot;https://sapatapress.tumblr.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Sapata Press&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Shizamura: autora do webcomic &lt;a href=&quot;https://sarilho.net/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Sarilho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Airtone - &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/59721&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reCreation&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/26891&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;nightingaleRemixed&lt;/a&gt;&amp;quot; e &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/60674&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reNovation&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Neste episódio final da série Tiras, os nossos convidados desenham o retrato da BD em Portugal atualmente: do panorama editorial aos festivais, passando pela condição de autor. Ouvimos: Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite e dinamizador inicial do projeto ACBD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora premiada de BD  Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho

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Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio final da série Tiras, desenha-se o retrato da BD em Portugal atualmente: edição, festivais e muito amor à camisola.</itunes:subtitle><itunes:summary>Neste episódio final da série Tiras, os nossos convidados desenham o retrato da BD em Portugal atualmente: do panorama editorial aos festivais, passando pela condição de autor. Ouvimos: Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite e dinamizador inicial do projeto ACBD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora premiada de BD  Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho

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Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Capítulo 3: Géneros, autores e expressão pessoal - Série Tiras]]></title><description><![CDATA[Neste capítulo, exploramos a diversidade de géneros na banda desenhada com uma visão focada no autor e na sua expressão pessoal. Intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Títulos mencionados (com data de edição portuguesa mais recente): "Palestina" de Joe Sacco (2003, atualmente sem edição portuguesa) "Gorazde: Zona de Segurança" de Joe Sacco (Levoir, 2019) "Maus" de Art Spiegelman (Bertrand Editora, 2014) "Sabrina" de Nick Drnaso (Porto Editora, 2019) "Watchmen" de Alan Moore (Levoir, 2016) "V de Vingança" de Alan Moore (Levoir, 2016) "All Star Superman" de Grant Morrison & Frank Whitely (2005-2008, atualmente sem edição portuguesa) "Kingdom Come" de Mark Waid (1996, atualmente sem edição portuguesa)  As coleções  "Tintim" (Hergé), "Blake & Mortimer" (Edgar P. Jacobs) de "Astérix" (Gosciny e Uderzo) são publicadas pelas Edições Asa Os trabalhos de Hugo Pratt são atualmente editados pelas editoras Ala dos Livros e Arte de Autor  “Crónicas da Birmânia”, “Shenzhen” e “Pyongyang” de Guy Delisle (2017-2020, Devir)  “Fun Home – Uma tragicomédia familiar” de Alison Bechdel (Contraponto, 2012) “Portugal” de Cyril Pedrosa (Edições Asa, 2012) “Neve nos Bolsos” de Kim (Levoir , 2019)  “Nódoa Negra”, antologia de autoras de BD (Chili com Carne, 2018)  "Cidades", "Viagens", "Silêncio" e "Raízes", antologias do The Lisbon Studio (G. Floy Studio, 2017-200)  “O Sarilho” de Shizamura (edição de autor, 2020) “O Gato Mariano” de Tiago da Bernarda (Chili com Carne, 2018)  “Vida de Adulta” de Raquel Sem Interesse (Suma de Letras, 2020) "Moms" de Yeong-shin Ma (2020, atualmente sem edição portuguesa) Fanzine "Sensui" de Dois Vês (2017, sapata press)  Créditos: Airtone - "reCreation", "nightingaleRemixed" e "reNovation" (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/011-capitulo-3-generos-autores-e-expressao-pessoal/011_Capitulo%203%20-%20G%C3%A9neros%2C%20autores%20e%20express%C3%A3o%20pessoal.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/011-capitulo-3-generos-autores-e-expressao-pessoal/011_Capitulo%203%20-%20G%C3%A9neros%2C%20autores%20e%20express%C3%A3o%20pessoal.mp3</guid><pubDate>Wed, 17 Feb 2021 09:00:59 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/011-capitulo-3-generos-autores-e-expressao-pessoal/011_Capitulo%203%20-%20G%C3%A9neros%2C%20autores%20e%20express%C3%A3o%20pessoal.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Neste capítulo, exploramos a diversidade de géneros na banda desenhada com uma visão focada no autor e na sua expressão pessoal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Intervêm (por ordem de aparição):&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente &lt;a href=&quot;https://sapatapress.tumblr.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Sapata Press&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Shizamura: autora do webcomic &lt;a href=&quot;https://sarilho.net/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Sarilho&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marcos Farrajota: dirigente da &lt;a href=&quot;https://www.chilicomcarne.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Associação Chili com Carne&lt;/a&gt; e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada &lt;a href=&quot;https://kbportugal.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Kingpin Books&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Títulos mencionados (com data de edição portuguesa mais recente):&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Palestina&amp;quot; de Joe Sacco (2003, atualmente sem edição portuguesa)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Gorazde: Zona de Segurança&amp;quot; de Joe Sacco (Levoir, 2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Maus&amp;quot; de Art Spiegelman (Bertrand Editora, 2014)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Sabrina&amp;quot; de Nick Drnaso (Porto Editora, 2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Watchmen&amp;quot; de Alan Moore (Levoir, 2016)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;V de Vingança&amp;quot; de Alan Moore (Levoir, 2016)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;All Star Superman&amp;quot; de Grant Morrison &amp;amp; Frank Whitely (2005-2008, atualmente sem edição portuguesa)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Kingdom Come&amp;quot; de Mark Waid (1996, atualmente sem edição portuguesa)&lt;/li&gt;&lt;li&gt; As coleções  &amp;quot;Tintim&amp;quot; (Hergé), &amp;quot;Blake &amp;amp; Mortimer&amp;quot; (Edgar P. Jacobs) de &amp;quot;Astérix&amp;quot; (Gosciny e Uderzo) são publicadas pelas Edições Asa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os trabalhos de Hugo Pratt são atualmente editados pelas editoras Ala dos Livros e Arte de Autor&lt;/li&gt;&lt;li&gt; “Crónicas da Birmânia”, “Shenzhen” e “Pyongyang” de Guy Delisle (2017-2020, Devir)&lt;/li&gt;&lt;li&gt; “Fun Home – Uma tragicomédia familiar” de Alison Bechdel (Contraponto, 2012)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Portugal” de Cyril Pedrosa (Edições Asa, 2012)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Neve nos Bolsos” de Kim (Levoir , 2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt; “Nódoa Negra”, antologia de autoras de BD (Chili com Carne, 2018) &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Cidades&amp;quot;, &amp;quot;Viagens&amp;quot;, &amp;quot;Silêncio&amp;quot; e &amp;quot;Raízes&amp;quot;, antologias do The Lisbon Studio (G. Floy Studio, 2017-200)&lt;/li&gt;&lt;li&gt; “O Sarilho” de Shizamura (edição de autor, 2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“O Gato Mariano” de Tiago da Bernarda (Chili com Carne, 2018) &lt;/li&gt;&lt;li&gt;“Vida de Adulta” de Raquel Sem Interesse (Suma de Letras, 2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Moms&amp;quot; de Yeong-shin Ma (2020, atualmente sem edição portuguesa)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fanzine &amp;quot;Sensui&amp;quot; de Dois Vês (2017, sapata press)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Airtone - &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/59721&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reCreation&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/26891&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;nightingaleRemixed&lt;/a&gt;&amp;quot; e &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/60674&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reNovation&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Neste capítulo, exploramos a diversidade de géneros na banda desenhada com uma visão focada no autor e na sua expressão pessoal. Intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Títulos mencionados (com data de edição portuguesa mais recente): &quot;Palestina&quot; de Joe Sacco (2003, atualmente sem edição portuguesa) &quot;Gorazde: Zona de Segurança&quot; de Joe Sacco (Levoir, 2019) &quot;Maus&quot; de Art Spiegelman (Bertrand Editora, 2014) &quot;Sabrina&quot; de Nick Drnaso (Porto Editora, 2019) &quot;Watchmen&quot; de Alan Moore (Levoir, 2016) &quot;V de Vingança&quot; de Alan Moore (Levoir, 2016) &quot;All Star Superman&quot; de Grant Morrison &amp; Frank Whitely (2005-2008, atualmente sem edição portuguesa) &quot;Kingdom Come&quot; de Mark Waid (1996, atualmente sem edição portuguesa)  As coleções  &quot;Tintim&quot; (Hergé), &quot;Blake &amp; Mortimer&quot; (Edgar P. Jacobs) de &quot;Astérix&quot; (Gosciny e Uderzo) são publicadas pelas Edições Asa Os trabalhos de Hugo Pratt são atualmente editados pelas editoras Ala dos Livros e Arte de Autor  “Crónicas da Birmânia”, “Shenzhen” e “Pyongyang” de Guy Delisle (2017-2020, Devir)  “Fun Home – Uma tragicomédia familiar” de Alison Bechdel (Contraponto, 2012) “Portugal” de Cyril Pedrosa (Edições Asa, 2012) “Neve nos Bolsos” de Kim (Levoir , 2019)  “Nódoa Negra”, antologia de autoras de BD (Chili com Carne, 2018)  &quot;Cidades&quot;, &quot;Viagens&quot;, &quot;Silêncio&quot; e &quot;Raízes&quot;, antologias do The Lisbon Studio (G. 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Intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela editora e livraria especializada Kingpin Books Títulos mencionados (com data de edição portuguesa mais recente): &quot;Palestina&quot; de Joe Sacco (2003, atualmente sem edição portuguesa) &quot;Gorazde: Zona de Segurança&quot; de Joe Sacco (Levoir, 2019) &quot;Maus&quot; de Art Spiegelman (Bertrand Editora, 2014) &quot;Sabrina&quot; de Nick Drnaso (Porto Editora, 2019) &quot;Watchmen&quot; de Alan Moore (Levoir, 2016) &quot;V de Vingança&quot; de Alan Moore (Levoir, 2016) &quot;All Star Superman&quot; de Grant Morrison &amp; Frank Whitely (2005-2008, atualmente sem edição portuguesa) &quot;Kingdom Come&quot; de Mark Waid (1996, atualmente sem edição portuguesa)  As coleções  &quot;Tintim&quot; (Hergé), &quot;Blake &amp; Mortimer&quot; (Edgar P. Jacobs) de &quot;Astérix&quot; (Gosciny e Uderzo) são publicadas pelas Edições Asa Os trabalhos de Hugo Pratt são atualmente editados pelas editoras Ala dos Livros e Arte de Autor  “Crónicas da Birmânia”, “Shenzhen” e “Pyongyang” de Guy Delisle (2017-2020, Devir)  “Fun Home – Uma tragicomédia familiar” de Alison Bechdel (Contraponto, 2012) “Portugal” de Cyril Pedrosa (Edições Asa, 2012) “Neve nos Bolsos” de Kim (Levoir , 2019)  “Nódoa Negra”, antologia de autoras de BD (Chili com Carne, 2018)  &quot;Cidades&quot;, &quot;Viagens&quot;, &quot;Silêncio&quot; e &quot;Raízes&quot;, antologias do The Lisbon Studio (G. Floy Studio, 2017-200)  “O Sarilho” de Shizamura (edição de autor, 2020) “O Gato Mariano” de Tiago da Bernarda (Chili com Carne, 2018)  “Vida de Adulta” de Raquel Sem Interesse (Suma de Letras, 2020) &quot;Moms&quot; de Yeong-shin Ma (2020, atualmente sem edição portuguesa) Fanzine &quot;Sensui&quot; de Dois Vês (2017, sapata press)  Créditos: Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Capítulo 2: Argumento, traço e cor - Série Tiras]]></title><description><![CDATA[Continuamos a explorar o universo da banda desenhada, agora pelos alicerces que a erguem. Neste episódio, ouvimos autores sobre argumento, traço e cor. Intervêm (por ordem de aparição): Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Guilherme Trindade: argumentista de BD Créditos: Airtone - "reCreation", "nightingaleRemixed" e "reNovation" (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/010-capitulo-2-argumento-traco-e-cor/010_Capitulo%202%20-%20Argumento%2C%20tra%C3%A7o%20e%20cor.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/010-capitulo-2-argumento-traco-e-cor/010_Capitulo%202%20-%20Argumento%2C%20tra%C3%A7o%20e%20cor.mp3</guid><pubDate>Wed, 10 Feb 2021 12:19:10 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/010-capitulo-2-argumento-traco-e-cor/010_Capitulo%202%20-%20Argumento%2C%20tra%C3%A7o%20e%20cor.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Continuamos a explorar o universo da banda desenhada, agora pelos alicerces que a erguem. Neste episódio, ouvimos autores sobre argumento, traço e cor. Intervêm (por ordem de aparição):&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Tiago da Bernarda: autor de &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/ogatomariano_/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Gato Mariano&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Shizamura: autora do webcomic &lt;a href=&quot;https://sarilho.net/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Sarilho&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ricardo Baptista: autor do &lt;a href=&quot;https://planetasatelite.blogspot.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Planeta Satélite&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.joanaafonso.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Joana Afonso&lt;/a&gt;: desenhista, ilustradora e autora de BD&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/guilhotinabd/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Guilherme Trindade&lt;/a&gt;: argumentista de BD&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Airtone - &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/59721&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reCreation&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/26891&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;nightingaleRemixed&lt;/a&gt;&amp;quot; e &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/60674&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reNovation&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Continuamos a explorar o universo da banda desenhada, agora pelos alicerces que a erguem. Neste episódio, ouvimos autores sobre argumento, traço e cor. Intervêm (por ordem de aparição): Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Guilherme Trindade: argumentista de BD Créditos: Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Continuamos a explorar o universo da banda desenhada, agora pelos alicerces que a erguem. Neste episódio, ouvimos autores sobre argumento, traço e cor.</itunes:subtitle><itunes:summary>Continuamos a explorar o universo da banda desenhada, agora pelos alicerces que a erguem. Neste episódio, ouvimos autores sobre argumento, traço e cor. Intervêm (por ordem de aparição): Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Ricardo Baptista: autor do Planeta Satélite Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Guilherme Trindade: argumentista de BD Créditos: Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Capítulo 1: Vinhetas, tiras e pranchas - Série Tiras]]></title><description><![CDATA[Numa introdução à banda desenhada, começamos por descortinar os termos mais básicos da sua linguagem. Neste episódio, intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela livraria especializada Kingpin Books Guilherme Trindade: argumentista de BD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Créditos: Airtone - "reCreation", "nightingaleRemixed" e "reNovation" (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/009-capitulo-1-vinhetas-tiras-e-pranchas/009_Capitulo%201%20-%20Vinhetas%2C%20tiras%20e%20pranchas.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/009-capitulo-1-vinhetas-tiras-e-pranchas/009_Capitulo%201%20-%20Vinhetas%2C%20tiras%20e%20pranchas.mp3</guid><pubDate>Wed, 03 Feb 2021 08:00:24 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/009-capitulo-1-vinhetas-tiras-e-pranchas/009_Capitulo%201%20-%20Vinhetas%2C%20tiras%20e%20pranchas.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Numa introdução à banda desenhada, começamos por descortinar os termos mais básicos da sua linguagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste episódio, intervêm (por ordem de aparição):&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente &lt;a href=&quot;https://sapatapress.tumblr.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Sapata Press&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marcos Farrajota: dirigente da &lt;a href=&quot;https://www.chilicomcarne.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Associação Chili com Carne&lt;/a&gt; e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mário Freitas: responsável pela livraria especializada &lt;a href=&quot;https://kbportugal.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Kingpin Books&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Guilherme Trindade: argumentista de BD&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tiago da Bernarda: autor de &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/ogatomariano_/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Gato Mariano&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Shizamura: autora do webcomic &lt;a href=&quot;https://sarilho.net/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;O Sarilho&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Airtone - &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/59721&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reCreation&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/26891&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;nightingaleRemixed&lt;/a&gt;&amp;quot; e &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/60674&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;reNovation&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Numa introdução à banda desenhada, começamos por descortinar os termos mais básicos da sua linguagem. Neste episódio, intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela livraria especializada Kingpin Books Guilherme Trindade: argumentista de BD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Créditos: Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Numa introdução à banda desenhada, começamos por descortinar os termos mais básicos da sua linguagem.</itunes:subtitle><itunes:summary>Numa introdução à banda desenhada, começamos por descortinar os termos mais básicos da sua linguagem. Neste episódio, intervêm (por ordem de aparição): Cecil Silveira: autor e fundador da editora independente Sapata Press Marcos Farrajota: dirigente da Associação Chili com Carne e bibliotecário na Bedeteca de Lisboa Mário Freitas: responsável pela livraria especializada Kingpin Books Guilherme Trindade: argumentista de BD Joana Afonso: desenhista, ilustradora e autora de BD Tiago da Bernarda: autor de O Gato Mariano Shizamura: autora do webcomic O Sarilho Créditos: Airtone - &quot;reCreation&quot;, &quot;nightingaleRemixed&quot; e &quot;reNovation&quot; (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Tiras: Guia de iniciação à BD - Trailer]]></title><description><![CDATA[A banda desenhada é a encruzilhada onde o desenho e a literatura se  encontram. Tantas vezes escondida à sombra de outras, a nona arte parece  difícil de alcançar. Sobretudo por quem está de fora.
Ao longo  de vários meses entrevistámos quem desenha, escreve, edita, consome e  preserva banda desenhada em Portugal, numa tentativa de criar um retrato  abrangente da cena nacional e encurtar a distância entre os que já a  amam e os que mal a conhecem.
 Os episódios da série “Tiras” serão semanais e o primeiro chega já no dia 3 de fevereiro.  Créditos airtone - NightingaleRemixed (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/008-tiras-trailer/008_Tiras%20-%20trailer.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/008-tiras-trailer/008_Tiras%20-%20trailer.mp3</guid><pubDate>Wed, 27 Jan 2021 12:04:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/008-tiras-trailer/008_Tiras%20-%20trailer.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;A banda desenhada é a encruzilhada onde o desenho e a literatura se  encontram. Tantas vezes escondida à sombra de outras, a nona arte parece  difícil de alcançar. Sobretudo por quem está de fora.&lt;br /&gt;Ao longo  de vários meses entrevistámos quem desenha, escreve, edita, consome e  preserva banda desenhada em Portugal, numa tentativa de criar um retrato  abrangente da cena nacional e encurtar a distância entre os que já a  amam e os que mal a conhecem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os episódios da série “Tiras” serão semanais e o primeiro chega já no dia 3 de fevereiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;airtone - &lt;a href=&quot;http://dig.ccmixter.org/files/airtone/26891&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;NightingaleRemixed&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>A banda desenhada é a encruzilhada onde o desenho e a literatura se  encontram. Tantas vezes escondida à sombra de outras, a nona arte parece  difícil de alcançar. Sobretudo por quem está de fora.
Ao longo  de vários meses entrevistámos quem desenha, escreve, edita, consome e  preserva banda desenhada em Portugal, numa tentativa de criar um retrato  abrangente da cena nacional e encurtar a distância entre os que já a  amam e os que mal a conhecem.
 Os episódios da série “Tiras” serão semanais e o primeiro chega já no dia 3 de fevereiro.  Créditos airtone - NightingaleRemixed (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Ao longo  de vários meses entrevistámos quem desenha, escreve, edita, consome e preserva banda desenhada em Portugal, numa tentativa de criar um retrato  abrangente da cena nacional. Aqui fica a apresentação da série &quot;Tiras&quot;.</itunes:subtitle><itunes:summary>A banda desenhada é a encruzilhada onde o desenho e a literatura se  encontram. Tantas vezes escondida à sombra de outras, a nona arte parece  difícil de alcançar. Sobretudo por quem está de fora.
Ao longo  de vários meses entrevistámos quem desenha, escreve, edita, consome e  preserva banda desenhada em Portugal, numa tentativa de criar um retrato  abrangente da cena nacional e encurtar a distância entre os que já a  amam e os que mal a conhecem.
 Os episódios da série “Tiras” serão semanais e o primeiro chega já no dia 3 de fevereiro.  Créditos airtone - NightingaleRemixed (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Trailer</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Guardando a história da web]]></title><description><![CDATA[Em 2018, Bernard Marr escrevia na Forbes que produzimos diariamente o equivalente a 2,5 milhões de terabytes de informação. Tudo digital.  Em Portugal, o trabalho de guardar a web é conduzido desde 2007 pelo Arquivo.pt, um serviço público gerido pela Fundação para a  Ciência e a Tecnologia. Para entendermos a importância da web enquanto artefacto histórico ouvimos Daniel Gomes, gestor do Arquivo.pt, e Miguel Ramalho, vencedor da edição de 2020 do Prémio Arquivo.pt com o projeto Desarquivo. Este episódio é um complemento ao artigo sobre arquivos digitais que escrevemos para a próxima edição da revista do Shifter, disponível brevemente.  Créditos Six Umbrellas - "The Psychedelic And" e "Sparks" (CC BY-SA)  Referências "What Happened to Malaysia Airlines Flight 17" - New York Times (2014) The Web as History: Using Web Archives to Understand the Past and the Present, editado por Niels Brügger e Ralph Schroeder - UCL Press (2017)
]]></description><link>https://archive.org/download/guardando-a-historia-da-web/007_Guardando%20a%20hist%C3%B3ria%20da%20web.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/guardando-a-historia-da-web/007_Guardando%20a%20hist%C3%B3ria%20da%20web.mp3</guid><pubDate>Wed, 23 Dec 2020 07:30:00 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/guardando-a-historia-da-web/007_Guardando%20a%20hist%C3%B3ria%20da%20web.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Em 2018, Bernard Marr escrevia na Forbes que produzimos diariamente o equivalente a 2,5 milhões de terabytes de informação. Tudo digital. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em Portugal, o trabalho de guardar a web é conduzido desde 2007 pelo &lt;a href=&quot;https://arquivo.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Arquivo.pt&lt;/a&gt;, um serviço público gerido pela Fundação para a  Ciência e a Tecnologia. Para entendermos a importância da web enquanto artefacto histórico ouvimos Daniel Gomes, gestor do Arquivo.pt, e Miguel Ramalho, vencedor da edição de 2020 do Prémio Arquivo.pt com o projeto &lt;a href=&quot;https://msramalho.github.io/desarquivo/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Desarquivo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Este episódio é um complemento ao artigo sobre arquivos digitais que escrevemos para a &lt;strong&gt;próxima edição da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;revista do &lt;a href=&quot;https://shifter.sapo.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Shifter&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, disponível brevemente.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Six Umbrellas - &amp;quot;&lt;a href=&quot;https://sixumbrellas.bandcamp.com/album/the-psychedelic-and&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;The Psychedelic And&lt;/a&gt;&amp;quot; e &amp;quot;&lt;a href=&quot;https://sixumbrellas.bandcamp.com/album/ad-astra&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Sparks&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-SA&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;https://www.nytimes.com/interactive/2014/07/18/world/europe/malaysia-airlines-flight-mh17-q-a.html&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;What Happened to Malaysia Airlines Flight 17&lt;/a&gt;&amp;quot; - New York Times (2014)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://library.oapen.org/handle/20.500.12657/45665&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;The Web as History: Using Web Archives to Understand the Past and the Present&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, editado por Niels Brügger e Ralph Schroeder - UCL Press (2017)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Em 2018, Bernard Marr escrevia na Forbes que produzimos diariamente o equivalente a 2,5 milhões de terabytes de informação. Tudo digital.  Em Portugal, o trabalho de guardar a web é conduzido desde 2007 pelo Arquivo.pt, um serviço público gerido pela Fundação para a  Ciência e a Tecnologia. Para entendermos a importância da web enquanto artefacto histórico ouvimos Daniel Gomes, gestor do Arquivo.pt, e Miguel Ramalho, vencedor da edição de 2020 do Prémio Arquivo.pt com o projeto Desarquivo. Este episódio é um complemento ao artigo sobre arquivos digitais que escrevemos para a próxima edição da revista do Shifter, disponível brevemente.  Créditos Six Umbrellas - &quot;The Psychedelic And&quot; e &quot;Sparks&quot; (CC BY-SA)  Referências &quot;What Happened to Malaysia Airlines Flight 17&quot; - New York Times (2014) The Web as History: Using Web Archives to Understand the Past and the Present, editado por Niels Brügger e Ralph Schroeder - UCL Press (2017)
</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Em Portugal, o trabalho de guardar a web é conduzido desde 2007 pelo Arquivo.pt, um serviço público gerido pela Fundação para a  Ciência e a Tecnologia.  Neste episódio, exploramos a importância da web enquanto artefacto histórico.</itunes:subtitle><itunes:summary>Em 2018, Bernard Marr escrevia na Forbes que produzimos diariamente o equivalente a 2,5 milhões de terabytes de informação. Tudo digital.  Em Portugal, o trabalho de guardar a web é conduzido desde 2007 pelo Arquivo.pt, um serviço público gerido pela Fundação para a  Ciência e a Tecnologia. Para entendermos a importância da web enquanto artefacto histórico ouvimos Daniel Gomes, gestor do Arquivo.pt, e Miguel Ramalho, vencedor da edição de 2020 do Prémio Arquivo.pt com o projeto Desarquivo. Este episódio é um complemento ao artigo sobre arquivos digitais que escrevemos para a próxima edição da revista do Shifter, disponível brevemente.  Créditos Six Umbrellas - &quot;The Psychedelic And&quot; e &quot;Sparks&quot; (CC BY-SA)  Referências &quot;What Happened to Malaysia Airlines Flight 17&quot; - New York Times (2014) The Web as History: Using Web Archives to Understand the Past and the Present, editado por Niels Brügger e Ralph Schroeder - UCL Press (2017)
</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Uma cultura é feita pelas suas cidades]]></title><description><![CDATA[Enquanto um painel de convidados partilha as revelações, expectativas, desilusões e inquietações que o espaço urbano lhes trouxe enquanto artistas e pessoas... Falamos de como as cidades portuguesas mudaram nos últimos trinta anos. Um retrato a quatro vozes da cidade enquanto universo. Branko, Dario Oliveira (diretor do Porto/Post/Doc), Djaimilia Pereira de Almeida e Peperan guiam o passeio neste nosso primeiro (quase) documentário.  Branko atua esta noite (dia 20 de Novembro) no Campo Pequeno em Lisboa. Também esta sexta-feira, arranca a sétima edição do Porto/Post/Doc, prolongando-se até dia 29 de Novembro.  As conversas do Fórum do Real serão transmitidas online, mas a programação das sala de cinema do Porto mantém-se. O programa completo está no site oficial do festival.  As obras mais recentes de Djaimilia Pereira de Almeida estão editadas pela Relógio D’Água. O seu premiado romance “Luanda, Lisboa, Paraíso” tem a chancela da Companhia das Letras.   As duas temporadas da série “Casa do Cais”, de Peperan e Companhia, podem ser vistas na RTP Play.  Créditos: Voz adicional de Marta Bonito (leitura de excerto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen) Sal Grosso - "Bulgur Reef", "Amor Sufi", "A Cor da Primavera", "Mellow Red" (combustão lenta records) Rita Vian - Sereia (Branko remix) Referências: Portugal erradicou cem mil barracas nos últimos 25 anos - Antena 1 (2017) 31 cidades portuguesas eliminaram barracas numa década - TVI (2013) Programa Polis fora do prazo - Expresso (2009) Polis: O "analgésico" não curou os reais problemas - Público (2010) "Cidades Sem Nome",  Fernanda Câncio - Tinta da China (2005) Programa Nacional para a Coesão Territorial - XXI governo constitucional (2017) Causas Prováveis das Migrações Internas em Portugal na Década de Noventa (2003) - Maria de Nazaré Oliveira Roca e Dulce Pimentel Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011): Caracterização exploratória considerando grupos de idades, níveis de habilitações e atividade (2017) - Maria Cristina Sousa Gomes, Maria João Guardado Moreira e Maria Luís Rocha Pinto População residente por local de residência - INE (2019) Alojamento segundo os Censos: total e por tipo  - PORDATA/INE (2011)]]></description><link>https://archive.org/download/cultura-feita-por-cidades/006_Uma%20cultura%20%C3%A9%20feita%20pelas%20suas%20cidades.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/cultura-feita-por-cidades/006_Uma%20cultura%20%C3%A9%20feita%20pelas%20suas%20cidades.mp3</guid><pubDate>Fri, 20 Nov 2020 08:35:49 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/cultura-feita-por-cidades/006_Uma%20cultura%20%C3%A9%20feita%20pelas%20suas%20cidades.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Enquanto um painel de convidados partilha as revelações, expectativas, desilusões e inquietações que o espaço urbano lhes trouxe enquanto artistas e pessoas... Falamos de como as cidades portuguesas mudaram nos últimos trinta anos. Um retrato a quatro vozes da cidade enquanto universo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://brankoofficial.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Branko&lt;/a&gt;, Dario Oliveira (diretor do &lt;a href=&quot;http://portopostdoc.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Porto/Post/Doc&lt;/a&gt;), &lt;a href=&quot;https://www.djaimilia.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Djaimilia Pereira de Almeida&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://twitter.com/peperan&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Peperan&lt;/a&gt; guiam o passeio neste nosso primeiro (quase) documentário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Branko atua esta noite (dia 20 de Novembro) no Campo Pequeno em Lisboa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Também esta sexta-feira, arranca a sétima edição do &lt;a href=&quot;http://portopostdoc.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Porto/Post/Doc&lt;/a&gt;, prolongando-se até dia 29 de Novembro.  As conversas do Fórum do Real serão transmitidas online, mas a programação das sala de cinema do Porto mantém-se. O programa completo está no &lt;a href=&quot;https://www.portopostdoc.com&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;site oficial do festival.&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;As obras mais recentes de Djaimilia Pereira de Almeida estão editadas pela Relógio D’Água. O seu premiado romance “Luanda, Lisboa, Paraíso” tem a chancela da Companhia das Letras.  &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;As duas temporadas da série “&lt;a href=&quot;https://www.rtp.pt/play/p4356/casadocais&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Casa do Cais&lt;/a&gt;”, de Peperan e Companhia, podem ser vistas na RTP Play.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Voz adicional de &lt;a href=&quot;https://www.martabonito.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Marta Bonito&lt;/a&gt; (leitura de excerto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sal Grosso - &amp;quot;&lt;a href=&quot;https://combustaolenta.bandcamp.com/album/lets-all-just-go-wild-and-put-our-hands-in-the-air-a-bit&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Bulgur Reef&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;&lt;a href=&quot;https://combustaolenta.bandcamp.com/album/love-is-fine&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Amor Sufi&lt;/a&gt;&amp;quot;, &amp;quot;A Cor da Primavera&amp;quot;, &amp;quot;Mellow Red&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://combustaolenta.bandcamp.com/music&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;combustão lenta records&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://enchufada.lnk.to/SereiaRemix&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Rita Vian - Sereia (Branko remix)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.rtp.pt/noticias/pais/portugal-erradicou-cem-mil-barracas-nos-ultimos-25-anos_a993790&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Portugal erradicou cem mil barracas nos últimos 25 anos&lt;/a&gt; - Antena 1 (2017)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://tvi24.iol.pt/sociedade/bairros-de-lata/31-cidades-portugueses-eliminaram-barracas-numa-decada&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;31 cidades portuguesas eliminaram barracas numa década&lt;/a&gt; - TVI (2013)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://expresso.pt/redeexpresso/programa-polis-fora-do-prazo=f499791&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Programa Polis fora do prazo&lt;/a&gt; - Expresso (2009)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://arquivo.pt/wayback/20100519143443/http:/jornal.publico.pt/noticia/16-05-2010/o-analgesico--nao-curou-os--reais-problemas-19397601.htm&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Polis: O &amp;quot;analgésico&amp;quot; não curou os reais problemas&lt;/a&gt; - Público (2010)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;Cidades Sem Nome&amp;quot;,  Fernanda Câncio - Tinta da China (2005)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/governo/programa/programa-nacional-para-a-coesao-territorial-/ficheiros-coesao-territorial/programa-nacional-para-a-coesao-territorial-pdf.aspx&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Programa Nacional para a Coesão Territorial&lt;/a&gt; - XXI governo constitucional (2017)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://geoinova.fcsh.unl.pt/revistas/files/n8-5.pdf&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Causas Prováveis das Migrações Internas em Portugal na Década de Noventa&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(2003) - Maria de Nazaré Oliveira Roca e Dulce Pimentel&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0873-65292017000100003&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011): Caracterização exploratória considerando grupos de idades, níveis de habilitações e atividade&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (2017) - Maria Cristina Sousa Gomes, Maria João Guardado Moreira e Maria Luís Rocha Pinto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;amp;xpgid=ine_indicadores&amp;amp;indOcorrCod=0008856&amp;amp;contexto=bd&amp;amp;selTab=tab2&amp;amp;xlang=pt&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;População residente por local de residência&lt;/a&gt; - INE (2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.pordata.pt/Portugal/Alojamentos+segundo+os+Censos+total+e+por+tipo-140&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Alojamento segundo os Censos: total e por tipo&lt;/a&gt;  - PORDATA/INE (2011)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Enquanto um painel de convidados partilha as revelações, expectativas, desilusões e inquietações que o espaço urbano lhes trouxe enquanto artistas e pessoas... Falamos de como as cidades portuguesas mudaram nos últimos trinta anos. Um retrato a quatro vozes da cidade enquanto universo. Branko, Dario Oliveira (diretor do Porto/Post/Doc), Djaimilia Pereira de Almeida e Peperan guiam o passeio neste nosso primeiro (quase) documentário.  Branko atua esta noite (dia 20 de Novembro) no Campo Pequeno em Lisboa. Também esta sexta-feira, arranca a sétima edição do Porto/Post/Doc, prolongando-se até dia 29 de Novembro.  As conversas do Fórum do Real serão transmitidas online, mas a programação das sala de cinema do Porto mantém-se. O programa completo está no site oficial do festival.  As obras mais recentes de Djaimilia Pereira de Almeida estão editadas pela Relógio D’Água. O seu premiado romance “Luanda, Lisboa, Paraíso” tem a chancela da Companhia das Letras.   As duas temporadas da série “Casa do Cais”, de Peperan e Companhia, podem ser vistas na RTP Play.  Créditos: Voz adicional de Marta Bonito (leitura de excerto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen) Sal Grosso - &quot;Bulgur Reef&quot;, &quot;Amor Sufi&quot;, &quot;A Cor da Primavera&quot;, &quot;Mellow Red&quot; (combustão lenta records) Rita Vian - Sereia (Branko remix) Referências: Portugal erradicou cem mil barracas nos últimos 25 anos - Antena 1 (2017) 31 cidades portuguesas eliminaram barracas numa década - TVI (2013) Programa Polis fora do prazo - Expresso (2009) Polis: O &quot;analgésico&quot; não curou os reais problemas - Público (2010) &quot;Cidades Sem Nome&quot;,  Fernanda Câncio - Tinta da China (2005) Programa Nacional para a Coesão Territorial - XXI governo constitucional (2017) Causas Prováveis das Migrações Internas em Portugal na Década de Noventa (2003) - Maria de Nazaré Oliveira Roca e Dulce Pimentel Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011): Caracterização exploratória considerando grupos de idades, níveis de habilitações e atividade (2017) - Maria Cristina Sousa Gomes, Maria João Guardado Moreira e Maria Luís Rocha Pinto População residente por local de residência - INE (2019) Alojamento segundo os Censos: total e por tipo  - PORDATA/INE (2011)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Um retrato a quatro vozes da cidade enquanto universo. Branko, Dario Oliveira (Porto/Post/Doc), Djaimilia Pereira de Almeida e Peperan guiam o passeio neste nosso primeiro (quase) documentário.</itunes:subtitle><itunes:summary>Enquanto um painel de convidados partilha as revelações, expectativas, desilusões e inquietações que o espaço urbano lhes trouxe enquanto artistas e pessoas... Falamos de como as cidades portuguesas mudaram nos últimos trinta anos. Um retrato a quatro vozes da cidade enquanto universo. Branko, Dario Oliveira (diretor do Porto/Post/Doc), Djaimilia Pereira de Almeida e Peperan guiam o passeio neste nosso primeiro (quase) documentário.  Branko atua esta noite (dia 20 de Novembro) no Campo Pequeno em Lisboa. Também esta sexta-feira, arranca a sétima edição do Porto/Post/Doc, prolongando-se até dia 29 de Novembro.  As conversas do Fórum do Real serão transmitidas online, mas a programação das sala de cinema do Porto mantém-se. O programa completo está no site oficial do festival.  As obras mais recentes de Djaimilia Pereira de Almeida estão editadas pela Relógio D’Água. O seu premiado romance “Luanda, Lisboa, Paraíso” tem a chancela da Companhia das Letras.   As duas temporadas da série “Casa do Cais”, de Peperan e Companhia, podem ser vistas na RTP Play.  Créditos: Voz adicional de Marta Bonito (leitura de excerto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen) Sal Grosso - &quot;Bulgur Reef&quot;, &quot;Amor Sufi&quot;, &quot;A Cor da Primavera&quot;, &quot;Mellow Red&quot; (combustão lenta records) Rita Vian - Sereia (Branko remix) Referências: Portugal erradicou cem mil barracas nos últimos 25 anos - Antena 1 (2017) 31 cidades portuguesas eliminaram barracas numa década - TVI (2013) Programa Polis fora do prazo - Expresso (2009) Polis: O &quot;analgésico&quot; não curou os reais problemas - Público (2010) &quot;Cidades Sem Nome&quot;,  Fernanda Câncio - Tinta da China (2005) Programa Nacional para a Coesão Territorial - XXI governo constitucional (2017) Causas Prováveis das Migrações Internas em Portugal na Década de Noventa (2003) - Maria de Nazaré Oliveira Roca e Dulce Pimentel Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011): Caracterização exploratória considerando grupos de idades, níveis de habilitações e atividade (2017) - Maria Cristina Sousa Gomes, Maria João Guardado Moreira e Maria Luís Rocha Pinto População residente por local de residência - INE (2019) Alojamento segundo os Censos: total e por tipo  - PORDATA/INE (2011)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[A cultura serve para quê? O (des)investimento cultural em Portugal]]></title><description><![CDATA[Do ponto de vista económico, Portugal aparece na cauda da Europa em quase todos os indicadores de investimento público na cultura, mas nem sempre foi assim. Neste episódio, conversámos com a Dra. Mafalda Dâmaso, professora nas áreas de Cultura, Media e Indústrias Criativas na King’s College em Londres, sobre a importância de políticas culturais.  Referências Morram as estratégias de desenvolvimento de públicos que não são parte de um modelo integrado de criação, programação e políticas publicas, morram! Pim!" (2019), Mafalda Dâmaso Cultura representa 0,21% da despesa total consolidada da Administração Central - LUSA/TSF (2020) Política Cultural Em Portugal: Determinantes Da Despesa Pública Em Cultura (2018), Amarílis Vaz Felizes Mapping cultural policy in Portugal: From incentives to crisis (2016), José Luís Garcia, João Teixeira Lopes, Teresa Duarte Martinho,José Soares Neves, Rui Telmo Gomes & Vera Borges Individualism and Community  - BBC Arts & Ideas (2020) Plano Nacional das Artes 2019-2024 Créditos Música pela Monster Jinx Vasco Completo - Shoreditch (CC BY-NC-SA) Ghost Wavvves - 206 (CC BY-NC-SA) Raez - Altered States (CC BY-NC-SA) ]]></description><link>https://archive.org/download/005-a-cultura-serve-para-que/005_A%20cultura%20serve%20para%20qu%C3%AA.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/005-a-cultura-serve-para-que/005_A%20cultura%20serve%20para%20qu%C3%AA.mp3</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2020 08:51:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/005-a-cultura-serve-para-que/005_A%20cultura%20serve%20para%20qu%C3%AA.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Do ponto de vista económico, Portugal aparece na cauda da Europa em quase todos os indicadores de investimento público na cultura, mas nem sempre foi assim. 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Pim!&lt;/a&gt;&amp;quot; (2019), Mafalda Dâmaso&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.tsf.pt/portugal/cultura/cultura-representa-021-da-despesa-total-consolidada-da-administracao-central-12914009.html&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Cultura representa 0,21% da despesa total consolidada da Administração Central&lt;/a&gt; - LUSA/TSF (2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/18309&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Política Cultural Em Portugal: Determinantes Da Despesa Pública Em Cultura&lt;/a&gt; (2018), Amarílis Vaz Felizes&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/25038/1/ICS_JLGarcia_TDMartinho_Mapping_ARI.pdf&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Mapping cultural policy in Portugal: From incentives to crisis&lt;/a&gt; (2016), José Luís Garcia, João Teixeira Lopes, Teresa Duarte Martinho,José Soares Neves, Rui Telmo Gomes &amp;amp; Vera Borges&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bbc.co.uk/programmes/p08ws244&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Individualism and Community&lt;/a&gt;  - BBC Arts &amp;amp; Ideas (2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v=%3d%3dBAAAAB%2bLCAAAAAAABACzMDQ0BgBR5v9IBAAAAA%3d%3d&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Plano Nacional das Artes 2019-2024&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Música pela &lt;a href=&quot;https://www.monsterjinx.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Monster Jinx&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vasco Completo - &lt;a href=&quot;https://music.monsterjinx.com/album/cursed-vol-1&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Shoreditch&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-NC-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ghost Wavvves - &lt;a href=&quot;https://music.monsterjinx.com/album/monster-jinx-crib-season&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;206&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-NC-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Raez - &lt;a href=&quot;https://music.monsterjinx.com/album/cursed-vol-1&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Altered States&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-NC-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Do ponto de vista económico, Portugal aparece na cauda da Europa em quase todos os indicadores de investimento público na cultura, mas nem sempre foi assim. 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Pim!&quot; (2019), Mafalda Dâmaso Cultura representa 0,21% da despesa total consolidada da Administração Central - LUSA/TSF (2020) Política Cultural Em Portugal: Determinantes Da Despesa Pública Em Cultura (2018), Amarílis Vaz Felizes Mapping cultural policy in Portugal: From incentives to crisis (2016), José Luís Garcia, João Teixeira Lopes, Teresa Duarte Martinho,José Soares Neves, Rui Telmo Gomes &amp; Vera Borges Individualism and Community  - BBC Arts &amp; Ideas (2020) Plano Nacional das Artes 2019-2024 Créditos Música pela Monster Jinx Vasco Completo - Shoreditch (CC BY-NC-SA) Ghost Wavvves - 206 (CC BY-NC-SA) Raez - Altered States (CC BY-NC-SA) </googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Para que serve uma instituição cultural? Por que devemos pensar em cultura e não apenas em arte? Neste episódio, conversámos com a Dra. Mafalda Dâmaso, professora nas áreas de Cultura, Media e Indústrias Criativas na King’s College em Londres, sobre a importância de políticas culturais.</itunes:subtitle><itunes:summary>Do ponto de vista económico, Portugal aparece na cauda da Europa em quase todos os indicadores de investimento público na cultura, mas nem sempre foi assim. Neste episódio, conversámos com a Dra. Mafalda Dâmaso, professora nas áreas de Cultura, Media e Indústrias Criativas na King’s College em Londres, sobre a importância de políticas culturais.  Referências Morram as estratégias de desenvolvimento de públicos que não são parte de um modelo integrado de criação, programação e políticas publicas, morram! Pim!&quot; (2019), Mafalda Dâmaso Cultura representa 0,21% da despesa total consolidada da Administração Central - LUSA/TSF (2020) Política Cultural Em Portugal: Determinantes Da Despesa Pública Em Cultura (2018), Amarílis Vaz Felizes Mapping cultural policy in Portugal: From incentives to crisis (2016), José Luís Garcia, João Teixeira Lopes, Teresa Duarte Martinho,José Soares Neves, Rui Telmo Gomes &amp; Vera Borges Individualism and Community  - BBC Arts &amp; Ideas (2020) Plano Nacional das Artes 2019-2024 Créditos Música pela Monster Jinx Vasco Completo - Shoreditch (CC BY-NC-SA) Ghost Wavvves - 206 (CC BY-NC-SA) Raez - Altered States (CC BY-NC-SA) </itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[É no espaço físico que a humanidade se revela]]></title><description><![CDATA[Ao longo dos últimos 20 anos, a indústria dos espetáculos ao vivo teve um crescimento esplendoroso no nosso país.  Falamos da dança, da música e do teatro - disciplinas que habitam normalmente um palco. Neste episódio, conversámos Fátima Alçada, diretora artística da régie cooperativa Oficina, responsável pelo Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, para percebermos qual a importância dos espaços que dão abrigo às artes performativas. Este é o terceiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.  Referências: Revista da AICEP (Janeiro de 2019) Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura: impactos económicos e sociais: relatório final, Universidade do Minho (2013) Indicadores relativos a espectáculos ao vivo por município, INE/Pordata  Créditos: Fotografia por Jorge Lobo (CC BY-SA) Nihilore - "Glimmer" (CC BY) Unheard Music Concepts - "Cosmic Relevance", "In Former Rings" e "The Lasso of Time"  (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/004-e-no-espaco-fisico-que-a-humanidade-se-revela/004_%C3%89%20no%20espa%C3%A7o%20f%C3%ADsico%20que%20a%20humanidade%20se%20revela.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/004-e-no-espaco-fisico-que-a-humanidade-se-revela/004_%C3%89%20no%20espa%C3%A7o%20f%C3%ADsico%20que%20a%20humanidade%20se%20revela.mp3</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2020 06:00:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/004-e-no-espaco-fisico-que-a-humanidade-se-revela/004_%C3%89%20no%20espa%C3%A7o%20f%C3%ADsico%20que%20a%20humanidade%20se%20revela.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;Ao longo dos últimos 20 anos, a indústria dos espetáculos ao vivo teve um crescimento esplendoroso no nosso país.  Falamos da dança, da música e do teatro - disciplinas que habitam normalmente um palco. Neste episódio, conversámos Fátima Alçada, diretora artística da régie cooperativa &lt;a href=&quot;https://www.aoficina.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Oficina&lt;/a&gt;, responsável pelo &lt;a href=&quot;https://www.ccvf.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Centro Cultural Vila Flor&lt;/a&gt;, em Guimarães, para percebermos qual a importância dos espaços que dão abrigo às artes performativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este é o terceiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://portugalglobal.pt/PT/RevistaPortugalglobal/2019/Documents/revista-116-janeiro.pdf&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Revista da AICEP&lt;/a&gt; (Janeiro de 2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/29444&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura: impactos económicos e sociais: relatório final&lt;/a&gt;, Universidade do Minho (2013)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Indicadores relativos a espectáculos ao vivo por município, &lt;a href=&quot;https://www.pordata.pt/Subtema/Municipios/Espect%c3%a1culos+ao+Vivo-201&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;INE/Pordata&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Fotografia por &lt;a href=&quot;https://commons.wikimedia.org/wiki/File:CCVF_Guimar%C3%A3es_(2).jpg&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Jorge Lobo&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY-SA&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://freemusicarchive.org/music/Nihilore/Best_of_recent_albums/Nihilore_-_Without_Fear_They_Flew_-_03_Glimmer&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Nihilore&lt;/a&gt; - &amp;quot;Glimmer&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://freemusicarchive.org/music/Unheard_Music_Concepts/The_Lasso_of_Time&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Unheard Music Concepts&lt;/a&gt; - &amp;quot;Cosmic Relevance&amp;quot;, &amp;quot;In Former Rings&amp;quot; e &amp;quot;The Lasso of Time&amp;quot;  (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Ao longo dos últimos 20 anos, a indústria dos espetáculos ao vivo teve um crescimento esplendoroso no nosso país.  Falamos da dança, da música e do teatro - disciplinas que habitam normalmente um palco. Neste episódio, conversámos Fátima Alçada, diretora artística da régie cooperativa Oficina, responsável pelo Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, para percebermos qual a importância dos espaços que dão abrigo às artes performativas. Este é o terceiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.  Referências: Revista da AICEP (Janeiro de 2019) Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura: impactos económicos e sociais: relatório final, Universidade do Minho (2013) Indicadores relativos a espectáculos ao vivo por município, INE/Pordata  Créditos: Fotografia por Jorge Lobo (CC BY-SA) Nihilore - &quot;Glimmer&quot; (CC BY) Unheard Music Concepts - &quot;Cosmic Relevance&quot;, &quot;In Former Rings&quot; e &quot;The Lasso of Time&quot;  (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio, conversámos com Fátima Alçada, diretora artística da régie cooperativa Oficina, responsável pelo Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, para percebermos qual a importância dos espaços que dão abrigo às artes performativas.</itunes:subtitle><itunes:summary>Ao longo dos últimos 20 anos, a indústria dos espetáculos ao vivo teve um crescimento esplendoroso no nosso país.  Falamos da dança, da música e do teatro - disciplinas que habitam normalmente um palco. Neste episódio, conversámos Fátima Alçada, diretora artística da régie cooperativa Oficina, responsável pelo Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, para percebermos qual a importância dos espaços que dão abrigo às artes performativas. Este é o terceiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.  Referências: Revista da AICEP (Janeiro de 2019) Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura: impactos económicos e sociais: relatório final, Universidade do Minho (2013) Indicadores relativos a espectáculos ao vivo por município, INE/Pordata  Créditos: Fotografia por Jorge Lobo (CC BY-SA) Nihilore - &quot;Glimmer&quot; (CC BY) Unheard Music Concepts - &quot;Cosmic Relevance&quot;, &quot;In Former Rings&quot; e &quot;The Lasso of Time&quot;  (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Um ecrã que nos aproxima]]></title><description><![CDATA[O  cinema é mágico. Os sortudos que alguma vez entraram numa daquelas salas certamente se lembrarão do primeiro filme que viram no grande ecrã. Apesar de parecer estar cada vez mais perto, em 2020 o cinema continua longe de uma boa parte da população portuguesa. Uma conversa com José Pedro Pinto, Técnico de Atividades Culturais e Artísticas do Cine Clube Viseu. Este é o segundo capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma  série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.   Referências: Ecrãs de cinema por município, Pordata/INE (2019) "Film can have a leading role in education", The Guardian (2013) "New approaches for greater diversity of cinema in Europe?", Thomas Paris para Parlamento Europeu e Comissão Europeia (2015) "Cinema as a Common Activity’: Film Audiences, Social Inclusion, and Heterogeneity in Istanbul during the Occupy Gezi", Ozge Ozduzen (2020) "Salas de cinema com quebra de 85,5% no número de espectadores em Agosto", Ípsilon/Público (2020) Exibição e distribuição cinematográfica em Portugal, ICA Créditos: Kai Engel - "Seeker", "Harbor" e "Denouement" (CC BY) PMBROWNE - Carousel slide projector (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/003-um-ecra-que-nos-aproxima/003_Um%20ecr%C3%A3%20que%20nos%20aproxima.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/003-um-ecra-que-nos-aproxima/003_Um%20ecr%C3%A3%20que%20nos%20aproxima.mp3</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2020 11:09:38 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/003-um-ecra-que-nos-aproxima/003_Um%20ecr%C3%A3%20que%20nos%20aproxima.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;O  cinema é mágico. Os sortudos que alguma vez entraram numa daquelas salas certamente se lembrarão do primeiro filme que viram no grande ecrã. Apesar de parecer estar cada vez mais perto, em 2020 o cinema continua longe de uma boa parte da população portuguesa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma conversa com José Pedro Pinto, Técnico de Atividades Culturais e Artísticas do &lt;a href=&quot;https://cineclubeviseu.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Cine Clube Viseu&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este é o segundo capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma  série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ecrãs de cinema por município, &lt;a href=&quot;https://www.pordata.pt/Municipios/Cinema+ecr%c3%a3s-11&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Pordata/INE&lt;/a&gt; (2019)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;https://www.theguardian.com/teacher-network/2013/nov/19/film-education-learning-tool-inclusion&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Film can have a leading role in education&lt;/a&gt;&amp;quot;, The Guardian (2013)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;https://www.researchgate.net/profile/Thomas_Paris3/publication/282020763_New_approaches_for_greater_diversity_of_cinema_in_Europe_Analyses_of_experiments_launched_in_the_context_of_the_preparatory_action_Circulation_of_European_films_in_the_digital_era_European_Commission_/links/560186a308aecb0ce8812bf5/New-approaches-for-greater-diversity-of-cinema-in-Europe-Analyses-of-experiments-launched-in-the-context-of-the-preparatory-action-Circulation-of-European-films-in-the-digital-era-European-Commission.pdf&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;New approaches for greater diversity of cinema in Europe?&lt;/a&gt;&amp;quot;, Thomas Paris para Parlamento Europeu e Comissão Europeia (2015)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;https://bura.brunel.ac.uk/handle/2438/20096&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Cinema as a Common Activity’: Film Audiences, Social Inclusion, and Heterogeneity in Istanbul during the Occupy Gezi&lt;/a&gt;&amp;quot;, Ozge Ozduzen (2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/2020/09/08/culturaipsilon/noticia/salas-cinema-quebra-855-numero-espectadores-agosto-1930796&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Salas de cinema com quebra de 85,5% no número de espectadores em Agosto&lt;/a&gt;&amp;quot;, Ípsilon/Público (2020)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exibição e distribuição cinematográfica em Portugal, &lt;a href=&quot;https://ica-ip.pt/pt/downloads/exibicao-e-distribuicao/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;ICA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://freemusicarchive.org/music/Kai_Engel/The_Run&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Kai Engel&lt;/a&gt; - &amp;quot;Seeker&amp;quot;, &amp;quot;Harbor&amp;quot; e &amp;quot;Denouement&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://freesound.org/people/PMBROWNE/sounds/397467/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;PMBROWNE&lt;/a&gt; - Carousel slide projector (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>O  cinema é mágico. Os sortudos que alguma vez entraram numa daquelas salas certamente se lembrarão do primeiro filme que viram no grande ecrã. Apesar de parecer estar cada vez mais perto, em 2020 o cinema continua longe de uma boa parte da população portuguesa. Uma conversa com José Pedro Pinto, Técnico de Atividades Culturais e Artísticas do Cine Clube Viseu. 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Mas à medida que a nossa sociedade se vai digitalizando, qual o papel da biblioteca? Por que razão devemos investir nestes equipamentos? E como  se gere o pós-pandemia?

Uma conversa com Bruno Duarte Eiras, Diretor de Serviços de Bibliotecas da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

Este é o primeiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.   Referências: Relatório Estatístico da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas - 2018  Documentário "A Biblioteca do Futuro", disponível na RTP Play Créditos: arturobat - Biblioteca Publica Gente Susurros (CC BY) Doctor Turtle - You're right, but I'm me (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/002-uma-biblioteca-nao-se-faz-so-de-livros/002_Uma%20biblioteca%20n%C3%A3o%20se%20faz%20s%C3%B3%20de%20livros.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/002-uma-biblioteca-nao-se-faz-so-de-livros/002_Uma%20biblioteca%20n%C3%A3o%20se%20faz%20s%C3%B3%20de%20livros.mp3</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2020 07:40:51 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/002-uma-biblioteca-nao-se-faz-so-de-livros/002_Uma%20biblioteca%20n%C3%A3o%20se%20faz%20s%C3%B3%20de%20livros.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;As bibliotecas resistem hoje enquanto equipamento público gratuito, disponibilizando livros, lazer e conhecimento a quem quiser lá entrar. Mas à medida que a nossa sociedade se vai digitalizando, qual o papel da biblioteca? Por que razão devemos investir nestes equipamentos? E como  se gere o pós-pandemia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conversa com Bruno Duarte Eiras, Diretor de Serviços de Bibliotecas da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o primeiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://bibliotecas.dglab.gov.pt/pt/ServProf/Estatistica/Paginas/default.aspx&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Relatório Estatístico da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas - 2018&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Documentário &amp;quot;A Biblioteca do Futuro&amp;quot;, disponível na &lt;a href=&quot;https://www.rtp.pt/play/p7488/a-biblioteca-do-futuro&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;RTP Play&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;arturobat - &lt;a href=&quot;https://freesound.org/people/arturobat/sounds/151644/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Biblioteca Publica Gente Susurros&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Doctor Turtle - &lt;a href=&quot;https://freemusicarchive.org/music/Doctor_Turtle/none_given_1561/Doctor_Turtle_-_Youre_Right_But_Im_Me1&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;You&amp;#39;re right, but I&amp;#39;m me&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>As bibliotecas resistem hoje enquanto equipamento público gratuito, disponibilizando livros, lazer e conhecimento a quem quiser lá entrar. Mas à medida que a nossa sociedade se vai digitalizando, qual o papel da biblioteca? Por que razão devemos investir nestes equipamentos? E como  se gere o pós-pandemia?

Uma conversa com Bruno Duarte Eiras, Diretor de Serviços de Bibliotecas da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

Este é o primeiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.   Referências: Relatório Estatístico da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas - 2018  Documentário &quot;A Biblioteca do Futuro&quot;, disponível na RTP Play Créditos: arturobat - Biblioteca Publica Gente Susurros (CC BY) Doctor Turtle - You&apos;re right, but I&apos;m me (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>As bibliotecas resistem hoje enquanto equipamento público gratuito, disponibilizando livros, lazer e conhecimento a quem quiser lá entrar. Mas à medida que a nossa sociedade se vai digitalizando, qual o papel da biblioteca? Por que razão devemos investir nestes equipamentos? E como é que se gere o pós-pandemia?</itunes:subtitle><itunes:summary>As bibliotecas resistem hoje enquanto equipamento público gratuito, disponibilizando livros, lazer e conhecimento a quem quiser lá entrar. Mas à medida que a nossa sociedade se vai digitalizando, qual o papel da biblioteca? Por que razão devemos investir nestes equipamentos? E como  se gere o pós-pandemia?

Uma conversa com Bruno Duarte Eiras, Diretor de Serviços de Bibliotecas da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

Este é o primeiro capítulo da série “Até onde chega a cultura?” - uma série em que exploramos o alcance dos equipamentos culturais em Portugal.   Referências: Relatório Estatístico da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas - 2018  Documentário &quot;A Biblioteca do Futuro&quot;, disponível na RTP Play Créditos: arturobat - Biblioteca Publica Gente Susurros (CC BY) Doctor Turtle - You&apos;re right, but I&apos;m me (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[Editorial de lançamento]]></title><description><![CDATA[Às vezes é preciso vermos os outros mudarem o mundo para sabermos que também somos capazes.  O Interruptor é, sobretudo, fruto da inspiração de outros – daqueles que nos últimos anos têm tido um papel crucial no desenvolvimento de um pequeno, mas firme, sector de órgãos de comunicação social independentes e de orientação comunitária. Falo especificamente do Shifter, do Jornal Mapa, do Gerador, do Fumaça e do Divergente. Não são os únicos que têm forçado a mudança neste universo, mas são aqueles que, de facto, têm cumprido as promessas de evolução e de inovação que os media tradicionais tendem a apregoar, mas que rápida e sucessivamente se esquecem de implementar.  Por aqui, não temos a intenção de noticiar. O fio infinito de títulos de última e de outras horas já está entregue. Pretendemos ocupar um lugar que ainda está vago - um lugar onde se repensa a cultura com calma, mas também com criatividade. Sem trincheiras nem elitismos, e com preocupações contextuais, queremos despoletar novas narrativas, usando a tecnologia como aliada destes contos originais. A nossa causa maior é a promoção das literacias digital e mediática com a cultura como pano de fundo. Acreditamos que a informação de qualidade, aberta e plural, é fundamental numa sociedade democrática. E que a sua negação é um obstáculo real ao exercício da cidadania que se materializa sobre os mais vulneráveis. Num país onde, sem transferências sociais, quase 45% da população vive em risco de pobreza, a existência de locais onde o acesso ao conhecimento se mantém livre pode ser um precioso aliado na mitigação do fosso entre os que já têm possibilidades e os que ficaram sem elas ou nunca as viram sequer. Sem conteúdos fechados, o Interruptor será mais um destes redutos em Portugal. Queremos ligar as boas ideias privilegiando os formatos longos, os podcasts, o documentário, a arte, a ciência e a experimentação. Exploramos dados, disponibilizamos código e pensamos continuamente sobre como podemos revolucionar estas coisas que são contar estórias e levar o conhecimento mais longe - sempre em português. O que publicamos é feito para ser partilhado e reinventado.  Neste arranque, além de testarmos algoritmos para percebermos se conseguem diferenciar os heterónimos de Fernando Pessoa, inaugurámos duas séries que serão desenvolvidas ao longo dos próximos tempos.   Em “Estamos a ouvir mais música portuguesa?” a proposta é clara. Para começar, fizemos um enquadramento histórico da amplificação da música portuguesa nos órgãos de comunicação social na viragem do milénio. Depois, mergulhámos na estatística. Em “Jogar à tabela para chegar mais longe”, examinámos dezasseis anos de contagens dos álbuns mais vendidos em Portugal, e principiámos a construção da nossa resposta. Para rematar este capítulo inicial, lançámo-nos na demanda de percorrer vários mapas para desvendar até onde chega a cultura no nosso país. O primeiro fascículo é sobre bibliotecas e chegará via podcast.  Os artigos, fica o aviso, são longos, mas nós acreditamos que valem a pena até ao fim. Antes de me despedir, gostaria ainda de deixar uma nota de particular agradecimento a algumas pessoas cujo apoio foi inestimável para o nascimento do Interruptor. À Blink, pelo logotipo e pela imagem gráfica; e ao Jorge Kimbamba, que nos emprestou a sua voz para darmos vida a cada episódio.  O Interruptor é mantido por uma pequena equipa de três pessoas. Eu produzo os artigos, o Ricardo Correia trata da sonoplastia e fotografia, e o Ciaran Edwards programa o nosso site.  Esperamos que gostem do nosso trabalho - que o leiam, ouçam, partilhem e apoiem.  Sejam muito bem-vindos. Rute Correia,  co-fundadora do Interruptor  Créditos fotografia por Aaron Burden, via Unsplash trilha sonora por Drake Stafford - "Only Love" (CC BY)]]></description><link>https://archive.org/download/001-editorial-de-lancamento/001_Editorial%20de%20Lan%C3%A7amento.mp3</link><guid isPermaLink="false">https://archive.org/download/001-editorial-de-lancamento/001_Editorial%20de%20Lan%C3%A7amento.mp3</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2020 16:33:55 GMT</pubDate><enclosure url="https://archive.org/download/001-editorial-de-lancamento/001_Editorial%20de%20Lan%C3%A7amento.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Às vezes é preciso vermos os outros mudarem o mundo para sabermos que também somos capazes. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Interruptor é, sobretudo, fruto da inspiração de outros&lt;/strong&gt; – daqueles que nos últimos anos têm tido um papel crucial no desenvolvimento de um pequeno, mas firme, sector de órgãos de comunicação social independentes e de orientação comunitária. Falo especificamente do &lt;a href=&quot;https://shifter.sapo.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Shifter&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;https://www.jornalmapa.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Jornal Mapa&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;https://gerador.eu/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Gerador&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;https://fumaca.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Fumaça&lt;/a&gt; e do &lt;a href=&quot;https://divergente.pt/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Divergente&lt;/a&gt;. Não são os únicos que têm forçado a mudança neste universo, mas são aqueles que, de facto, têm cumprido as promessas de evolução e de inovação que os media tradicionais tendem a apregoar, mas que rápida e sucessivamente se esquecem de implementar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui, não temos a intenção de noticiar. O fio infinito de títulos de última e de outras horas já está entregue. Pretendemos ocupar um lugar que ainda está vago - um lugar onde se repensa a cultura com calma, mas também com criatividade. Sem trincheiras nem elitismos, e com preocupações contextuais, queremos despoletar novas narrativas, usando a tecnologia como aliada destes contos originais. A nossa causa maior é a promoção das literacias digital e mediática com a cultura como pano de fundo. Acreditamos que a informação de qualidade, aberta e plural, é fundamental numa sociedade democrática. E que a sua negação é um obstáculo real ao exercício da cidadania que se materializa sobre os mais vulneráveis. Num país onde, sem transferências sociais, quase 45% da população vive em risco de pobreza, a existência de locais onde o acesso ao conhecimento se mantém livre pode ser um precioso aliado na mitigação do fosso entre os que já têm possibilidades e os que ficaram sem elas ou nunca as viram sequer. Sem conteúdos fechados, o Interruptor será mais um destes redutos em Portugal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Queremos ligar as boas ideias privilegiando os formatos longos, os podcasts, o documentário, a arte, a ciência e a experimentação. Exploramos dados, disponibilizamos código e pensamos continuamente sobre como podemos revolucionar estas coisas que são contar estórias e levar o conhecimento mais longe - sempre em português. O que publicamos é feito para ser partilhado e reinventado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste arranque, além de &lt;a href=&quot;https://www.interruptor.pt/artigos/conseguem-algoritmos-distinguir-heteronimos-fernando-pessoa&quot;&gt;testarmos algoritmos para percebermos se conseguem diferenciar os heterónimos de Fernando Pessoa&lt;/a&gt;, inaugurámos duas séries que serão desenvolvidas ao longo dos próximos tempos.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em “&lt;a href=&quot;https://www.interruptor.pt/categorias/serie-estamos-a-ouvir-mais-musica-portuguesa&quot;&gt;Estamos a ouvir mais música portuguesa?&lt;/a&gt;” a proposta é clara. Para começar, fizemos um &lt;a href=&quot;https://www.interruptor.pt/artigos/de-repente-musica-em-toda-a-parte&quot;&gt;enquadramento histórico da amplificação da música portuguesa nos órgãos de comunicação social na viragem do milénio&lt;/a&gt;. Depois, mergulhámos na estatística. Em “&lt;a href=&quot;https://www.interruptor.pt/artigos/jogar-a-tabela-chegar-mais-longe&quot;&gt;Jogar à tabela para chegar mais longe&lt;/a&gt;”, examinámos dezasseis anos de contagens dos álbuns mais vendidos em Portugal, e principiámos a construção da nossa resposta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para rematar este capítulo inicial, lançámo-nos na demanda de percorrer vários mapas para desvendar até onde chega a cultura no nosso país. O primeiro fascículo é sobre bibliotecas e chegará via podcast. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os artigos, fica o aviso, são longos, mas nós acreditamos que valem a pena até ao fim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de me despedir, gostaria ainda de deixar uma nota de particular agradecimento a algumas pessoas cujo apoio foi inestimável para o nascimento do Interruptor. À &lt;a href=&quot;https://www.iam-blk.com/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Blink&lt;/a&gt;, pelo logotipo e pela imagem gráfica; e ao &lt;a href=&quot;https://twitter.com/Kimbamba&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Jorge Kimbamba&lt;/a&gt;, que nos emprestou a sua voz para darmos vida a cada episódio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Interruptor é mantido por uma pequena equipa de três pessoas.&lt;/strong&gt; Eu produzo os artigos, o Ricardo Correia trata da sonoplastia e fotografia, e o Ciaran Edwards programa o nosso site.  &lt;strong&gt;Esperamos que gostem do nosso trabalho - que o leiam, ouçam, partilhem e apoiem. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sejam muito bem-vindos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rute Correia, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;co-fundadora do Interruptor&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;fotografia por &lt;a href=&quot;https://unsplash.com/photos/xG8IQMqMITM&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Aaron Burden&lt;/a&gt;, via Unsplash&lt;/li&gt;&lt;li&gt;trilha sonora por Drake Stafford - &amp;quot;&lt;a href=&quot;https://freemusicarchive.org/music/Drake_Stafford/Drake_Stafford_-_Singles/Only_Love_-_Drake_Stafford&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;Only Love&lt;/a&gt;&amp;quot; (&lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/&quot; target=&quot;undefined&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot;&gt;CC BY&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content:encoded><googleplay:author>Interruptor</googleplay:author><googleplay:description>Às vezes é preciso vermos os outros mudarem o mundo para sabermos que também somos capazes.  O Interruptor é, sobretudo, fruto da inspiração de outros – daqueles que nos últimos anos têm tido um papel crucial no desenvolvimento de um pequeno, mas firme, sector de órgãos de comunicação social independentes e de orientação comunitária. Falo especificamente do Shifter, do Jornal Mapa, do Gerador, do Fumaça e do Divergente. Não são os únicos que têm forçado a mudança neste universo, mas são aqueles que, de facto, têm cumprido as promessas de evolução e de inovação que os media tradicionais tendem a apregoar, mas que rápida e sucessivamente se esquecem de implementar.  Por aqui, não temos a intenção de noticiar. O fio infinito de títulos de última e de outras horas já está entregue. Pretendemos ocupar um lugar que ainda está vago - um lugar onde se repensa a cultura com calma, mas também com criatividade. Sem trincheiras nem elitismos, e com preocupações contextuais, queremos despoletar novas narrativas, usando a tecnologia como aliada destes contos originais. A nossa causa maior é a promoção das literacias digital e mediática com a cultura como pano de fundo. Acreditamos que a informação de qualidade, aberta e plural, é fundamental numa sociedade democrática. E que a sua negação é um obstáculo real ao exercício da cidadania que se materializa sobre os mais vulneráveis. Num país onde, sem transferências sociais, quase 45% da população vive em risco de pobreza, a existência de locais onde o acesso ao conhecimento se mantém livre pode ser um precioso aliado na mitigação do fosso entre os que já têm possibilidades e os que ficaram sem elas ou nunca as viram sequer. Sem conteúdos fechados, o Interruptor será mais um destes redutos em Portugal. Queremos ligar as boas ideias privilegiando os formatos longos, os podcasts, o documentário, a arte, a ciência e a experimentação. Exploramos dados, disponibilizamos código e pensamos continuamente sobre como podemos revolucionar estas coisas que são contar estórias e levar o conhecimento mais longe - sempre em português. O que publicamos é feito para ser partilhado e reinventado.  Neste arranque, além de testarmos algoritmos para percebermos se conseguem diferenciar os heterónimos de Fernando Pessoa, inaugurámos duas séries que serão desenvolvidas ao longo dos próximos tempos.   Em “Estamos a ouvir mais música portuguesa?” a proposta é clara. Para começar, fizemos um enquadramento histórico da amplificação da música portuguesa nos órgãos de comunicação social na viragem do milénio. Depois, mergulhámos na estatística. Em “Jogar à tabela para chegar mais longe”, examinámos dezasseis anos de contagens dos álbuns mais vendidos em Portugal, e principiámos a construção da nossa resposta. Para rematar este capítulo inicial, lançámo-nos na demanda de percorrer vários mapas para desvendar até onde chega a cultura no nosso país. O primeiro fascículo é sobre bibliotecas e chegará via podcast.  Os artigos, fica o aviso, são longos, mas nós acreditamos que valem a pena até ao fim. Antes de me despedir, gostaria ainda de deixar uma nota de particular agradecimento a algumas pessoas cujo apoio foi inestimável para o nascimento do Interruptor. À Blink, pelo logotipo e pela imagem gráfica; e ao Jorge Kimbamba, que nos emprestou a sua voz para darmos vida a cada episódio.  O Interruptor é mantido por uma pequena equipa de três pessoas. Eu produzo os artigos, o Ricardo Correia trata da sonoplastia e fotografia, e o Ciaran Edwards programa o nosso site.  Esperamos que gostem do nosso trabalho - que o leiam, ouçam, partilhem e apoiem.  Sejam muito bem-vindos. Rute Correia,  co-fundadora do Interruptor  Créditos fotografia por Aaron Burden, via Unsplash trilha sonora por Drake Stafford - &quot;Only Love&quot; (CC BY)</googleplay:description><googleplay:explicit>no</googleplay:explicit><itunes:author>Interruptor</itunes:author><itunes:subtitle>Às vezes é preciso vermos os outros mudarem o mundo para sabermos que também somos capazes.  Somos fruto da inspiração de outros – daqueles que nos últimos anos têm tido um papel crucial no desenvolvimento de um pequeno, mas firme, sector de órgãos de comunicação social independentes e de orientação comunitária.</itunes:subtitle><itunes:summary>Às vezes é preciso vermos os outros mudarem o mundo para sabermos que também somos capazes.  O Interruptor é, sobretudo, fruto da inspiração de outros – daqueles que nos últimos anos têm tido um papel crucial no desenvolvimento de um pequeno, mas firme, sector de órgãos de comunicação social independentes e de orientação comunitária. Falo especificamente do Shifter, do Jornal Mapa, do Gerador, do Fumaça e do Divergente. Não são os únicos que têm forçado a mudança neste universo, mas são aqueles que, de facto, têm cumprido as promessas de evolução e de inovação que os media tradicionais tendem a apregoar, mas que rápida e sucessivamente se esquecem de implementar.  Por aqui, não temos a intenção de noticiar. O fio infinito de títulos de última e de outras horas já está entregue. Pretendemos ocupar um lugar que ainda está vago - um lugar onde se repensa a cultura com calma, mas também com criatividade. Sem trincheiras nem elitismos, e com preocupações contextuais, queremos despoletar novas narrativas, usando a tecnologia como aliada destes contos originais. A nossa causa maior é a promoção das literacias digital e mediática com a cultura como pano de fundo. Acreditamos que a informação de qualidade, aberta e plural, é fundamental numa sociedade democrática. E que a sua negação é um obstáculo real ao exercício da cidadania que se materializa sobre os mais vulneráveis. Num país onde, sem transferências sociais, quase 45% da população vive em risco de pobreza, a existência de locais onde o acesso ao conhecimento se mantém livre pode ser um precioso aliado na mitigação do fosso entre os que já têm possibilidades e os que ficaram sem elas ou nunca as viram sequer. Sem conteúdos fechados, o Interruptor será mais um destes redutos em Portugal. Queremos ligar as boas ideias privilegiando os formatos longos, os podcasts, o documentário, a arte, a ciência e a experimentação. Exploramos dados, disponibilizamos código e pensamos continuamente sobre como podemos revolucionar estas coisas que são contar estórias e levar o conhecimento mais longe - sempre em português. O que publicamos é feito para ser partilhado e reinventado.  Neste arranque, além de testarmos algoritmos para percebermos se conseguem diferenciar os heterónimos de Fernando Pessoa, inaugurámos duas séries que serão desenvolvidas ao longo dos próximos tempos.   Em “Estamos a ouvir mais música portuguesa?” a proposta é clara. Para começar, fizemos um enquadramento histórico da amplificação da música portuguesa nos órgãos de comunicação social na viragem do milénio. Depois, mergulhámos na estatística. Em “Jogar à tabela para chegar mais longe”, examinámos dezasseis anos de contagens dos álbuns mais vendidos em Portugal, e principiámos a construção da nossa resposta. Para rematar este capítulo inicial, lançámo-nos na demanda de percorrer vários mapas para desvendar até onde chega a cultura no nosso país. O primeiro fascículo é sobre bibliotecas e chegará via podcast.  Os artigos, fica o aviso, são longos, mas nós acreditamos que valem a pena até ao fim. Antes de me despedir, gostaria ainda de deixar uma nota de particular agradecimento a algumas pessoas cujo apoio foi inestimável para o nascimento do Interruptor. À Blink, pelo logotipo e pela imagem gráfica; e ao Jorge Kimbamba, que nos emprestou a sua voz para darmos vida a cada episódio.  O Interruptor é mantido por uma pequena equipa de três pessoas. Eu produzo os artigos, o Ricardo Correia trata da sonoplastia e fotografia, e o Ciaran Edwards programa o nosso site.  Esperamos que gostem do nosso trabalho - que o leiam, ouçam, partilhem e apoiem.  Sejam muito bem-vindos. Rute Correia,  co-fundadora do Interruptor  Créditos fotografia por Aaron Burden, via Unsplash trilha sonora por Drake Stafford - &quot;Only Love&quot; (CC BY)</itunes:summary><itunes:explicit>clean</itunes:explicit><itunes:image href="https://images.prismic.io/interruptor/2bd4f5ac-ece5-4b7d-b2aa-ca95bf0d8a13_podcast1400x1400.jpg?auto=compress,format&amp;rect=0,0,1400,1400&amp;w=1400&amp;h=1400"/><itunes:episodeType>Full</itunes:episodeType></item></channel></rss>